

A Janela 0/14
Trata-se de uma janela não geográfica mas das faixas etárias. Diante da pergunta: “Com qual idade você conheceu a Jesus Cristo como Seu Salvador Pessoal”, a pesquisa revela que, em cada grupo de 100 crentes:
04% receberam a Cristo depois dos 30 anos;
10% receberam a Cristo entre 15 e 30 anos;
35% receberam a Cristo entre 10 e 15 anos;
50% receberam a Cristo entre 4 e 10 anos;
01% receberam a Cristo entre 0 e 4 anos.
Observe bem que dentro da JANELA 0/14 temos 86% de decisões por Cristo.
O escritor George Barna chega a afirmar que o maior desafio hoje é formar uma geração com cosmovisão bíblica cristã, e que se uma pessoa não for conduzida a uma experiência pessoal com Jesus Cristo antes dos 15 anos de idade, as chances desta decisão ser tomada depois cai para apenas 6%.
CONCEITUANDO A JANELA 0/14
Dentro da tarefa evangelística/missionária, há uma janela que não tem sido levada em consideração — trata-se da janela 0/14.
Janela 0/14 é um conceito que vem sendo adotado pela Aliança Pró-Evangelização das Crianças, no Brasil, para identificar mais de 60% da população mundial, que não só não tem recebido a devida atenção por parte das igrejas e organizações missionárias como também tem sido, em muitos casos, totalmente negligenciada. A janela 0/14 inclui as pessoas de todo o mundo que estão na faixa etária de 0 a 14 anos.
Um fato impressionante é que 60% a 85% das pessoas que tomaram uma decisão ao lado de Cristo e hoje pertencem a uma igreja evangélica, o fizeram entre as idades de 0 a 14 anos.
OLHANDO PARA A IGREJA ATRAVÉS DA JANELA 0/14
Embora haja igrejas que investem nas crianças, procurando suprir as necessidades dos seus "cordeiros" da janela 0/14, há muitas igrejas que se preocupam apenas em usar as crianças como “iscas”, literalmente, para atrair os seus pais e avós, sem um genuíno interesse na evangelização de discipulado das crianças. O quadro geral é bem desanimador:
• Poucas pessoas habilitadas para ministrar a Palavra de Deus às crianças de forma correta. Os professores são despreparados.
• Pouco material didático apropriado para o trabalho: quadro de giz, flanelógrafo, retro-projetor, slides, vídeo, trabalhos manuais, cartazes, fantoches, etc.
•Pouco interesse em investir para se dar o melhor, em todos os aspectos, para que as crianças tenham prazer em estar na igreja e possam conhecer a Salvação em Cristo e crescer na vida cristã.
• Pouca convicção quanto ao fato de que uma criança pode e necessita nascer de novo, reconhecendo que é pecadora e que o sacrifício de Jesus na cruz em seu lugar é suficiente, e que ao receber a Cristo ela passa a ter a vida eterna.
Se uma pessoa, enquanto é criança e faz parte da janela 0/14, passar pela igreja sem receber a Cristo como seu Salvador pessoal, corre o risco de tornar-se apenas uma pessoa "igrejada".
Se a igreja não se preocupar em evangelizar as suas próprias crianças, evangelizará as outras crianças da sua vizinhança, de outras cidades, de outras nações? Infelizmente, não
Gilberto Celeti - APEC (Aliança Pró Evangelização das Crianças)
Querido(s) Irmão(s)!
Começando um novo ano, agradecendo o cuidado de Deus em minha vida, gostaria de recordar e informar sobre o trabalho realizado e apresentar os planos para desenvolver em 2012.
Terminamos um ano vitorioso, com a sua parceria, nos apoiando, orando e ajudando no meu sustento. Muitas coisas boas aconteceram.
Deus foi fiel com nossa segurança e saúde. Em 2011 houve um tornado aqui em Nonoai e nada aconteceu conosco e com nossas casas.
Foi possível ensinar a Palavra de Deus em duas escolas no município com cerca de 240 alunos, sendo que uns 150 são adolescentes. Recebemos doação e distribuímos 170 bíblias para os alunos.
Creio que a mensagem foi passada e tenho certeza que o Espírito Santo estará trabalhando nos corações dos alunos e seus familiares.
Ainda na área de educação, apliquei um programa de alfabetização. Foi ótimo poder ensinar a ler e escrever, ver a alegria das pessoas e ter oportunidade de falar de Cristo para estas pessoas também.
Tive oportunidade de discipular várias pessoas. Como foi importante ver o crescimento espiritual delas e o desejo de andar com Deus.
Houve pessoas que entregaram sua vida a Cristo. Um casal, não índio, que eu estava evangelizando aceitou a Cristo. Eles e outras pessoas da cidade estão precisando de alguém para começar um trabalho que ensina a Palavra de Deus de uma maneira correta. Vamos orar para Deus enviar o líder certo para o trabalho.
Realizei atividades com os adolescentes da nossa igreja, inclusive um
pequeno “acampadentro”. Eles gostam bastante de estar juntos e estão animados.
Gostaria de finalizar agradecendo as orações e apoio, pedir e informar:
- Vou manter as aulas (da bíblia) nas escolas estaduais indígenas.
- Pedir doação de bíblias para distribuição aos alunos das escolas estaduais.
- Vou manter o discipulado com adultos índios e não índios.
- Vou manter o trabalho com adolescentes da igreja indígena. Já
estamos programando um passeio e um pequeno “acampadentro” no mês de férias escolares.
- Orar pela salvação das pessoas que estão sendo evangelizadas.
- Orar pelo crescimento espiritual dos convertidos.
- Orar pela frequência aos cultos dos índios.
- Orar pelos adolescentes e seus problemas.
- Orar pela nossa igreja indígena, frequência e novos convertidos.
- Orar pelos missionários. Vida pessoal e ministerial. Estamos precisamos
de mais pessoas para trabalhar no evangelismo e discipulado com índios.
No amor de Cristo, Suzana do Valle

“Para fazerdes diferença entre o santo e o profano e entre o imundo e o limpo” (Levítico 10.10).
Ser de Deus implica em ser diferente. Pertencer a um Deus Santo envolve em ser separado por Ele para uma obra específica. E, para a realização desta obra faz-se necessário ser transformado. Uma transformação de dentro para fora; começando com o caráter e finalizando na apresentação exterior.
Ser de Deus é ser diferente; primeiramente porque a vida passa a fazer sentido. Não é simplesmente nascer, viver e morrer, como todos os homens; passando e lidando com os mesmos sentimentos e experiências comportamentais. Ser de Deus impulsiona a vida do separado a um único alvo: conhecer e adorar ao Criador, que através do manual de instrução (Bíblia) mostra o que fazer; como fazer; quando fazer; e como resolver os problemas no decorrer dos dias.
Ser de Deus é ser diferente, em segundo lugar porque causa impacto. Agradando ou desagradando, o impacto é certeiro sobre aqueles que não são de Deus. Por isso Cristo disse: “Vós sois o sal da terra [...] Vós sois a luz do mundo” (Mateus 5.13-14). A intenção é distintamente acrescentar; isto é, sendo diferente compartilhar positivamente para a vida dos outros, revelando como vale a pena se de Deus.
E em tudo isso, ser de Deus é ser diferente por não seguir a opção de vida do povão alienado. Seja na maneira de falar, evitando expressões chulas, palavrões, gírias, dentre outras coisas. Seja na organização do tempo, cuidando para assumir aquilo que traz crescimento espiritual. Seja no comer e no beber, evitando excessos e assumindo aquilo que traz saúde. Seja na vestimenta, não usando de artifícios comuns aos que não são do Senhor, para não valorizar a sensualidade. Seja na prática de se realizar tudo o que vier à mão da melhor maneira possível, fazendo como ao Senhor.
Vivendo conscientemente este ser de Deus, torna-se facilitada a distinção entre o que não precisa de nenhum subterfúgio para ser feliz e aqueles que correm, caem, levantam, correm, caem, levantam, correm, caem, atrás de fórmulas para a felicidade. Como expressou o Senhor através de Malaquias: “Então, vereis outra vez a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não serve” (3.18).
Ser de Deus é ser diferente, pois é ser definitivamente feliz!
Você é de Deus? Onde está a sua diferença?
Tenha uma semana feliz, sendo diferente no Senhor.
Papais e mamães que costumam dar palmadas nos filhos, cuidado! A Câmara dos Deputados acaba de aprovar o projeto que tem como objetivo a proibição de palmadas ou castigos físicos em crianças e adolescentes.
A chamada “Lei da Palmada” altera o Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) e consiste em encaminhar os pais que maltratem os filhos à programas oficiais de proteção à família, onde terão cursos de orientação, tratamento psicológico e, claro, “puxão de orelha” das autoridades - no caso, o juiz da Vara da Infância.
"Dar uma palmada não é crime, não acontece nada com os pais como punição. Não se propõe que se puna ou penalize os pais. Mas a palmada é uma violência, é o início de qualquer agressão. A essência da lei é proteger a criança de qualquer agressão", disse a deputada Teresa Surita, relatora do projeto.
Taiz Dering – Jornalista
Essa é a visão de nossa sociedade. Porém não o que Deus nos ensina:
“Aquele que poupa a vara odeia seu filho, mas aquele que o ama tem o cuidado de discipliná-lo”. (Provérbios 13:24 NIV)
“Quem se recusa a surrar seu filho o odeia, mas quem ama seu filho o disciplina desde cedo”. (Provérbios 13:24 GW)
“Os açoites que ferem, purificam o mal; E as feridas alcançam o mais íntimo do corpo.” (Provérbios 20:30 TB)
“Os castigos curam a maldade da gente e melhoram o nosso caráter.” (Provérbios 20:30 NTLH)
“A insensatez está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a livrará dela”. (Provérbios 22:15)
Como discípulos do Senhor, nosso papel é seguir o que Deus nos ordena.
Pedro negou conhecer a Cristo. (Mt 26:75)
E nós? Como agimos?
Compartilhamos a vida que Ele nos deu, ou negamos com nosso silêncio?
Compartilhe vida.

No próximo domingo dia 19, a igreja não terá programação em sua sede, pois estará em culto em Guararema. Sugerimos aos irmãos que ficarem em São Paulo que tenham um momento de comunhão, cultuando ao Senhor, reunindo-se em uma das casas dos que ficarão. Que em tudo, o Senhor seja glorificado.
Iremos estudar sobre a Suficiência do Espírito através das escrituras.
18/02 - Para aperfeiçoar: II Tm 3:14-17; 1:13-14
19/02 - Para conduzir ao abandono do pecado: Rm 8:1-17
20/02 - Para transformar as emoções: Gl 5:16-25
21/02 - Para moldar a semelhança de Cristo: Ef 4:1-3; II Co 5: 14-17